KUBBO Saúde

No dia 26 de Maio é o dia Nacional do Combate ao Glaucoma. Por isso resolvemos falar um pouco mais sobre essa doença.

Definição - Glaucoma é uma doença ocular comum e de fácil diagnóstico, mas se não for tratada a tempo, pode levar o indivíduo à cegueira. É uma doença crônica, que não tem cura, mas, na maioria dos casos, pode ser controlada com tratamento adequado e contínuo. Quanto mais cedo for diagnosticada a doença, menos chances a pessoa terá de perder a visão.

Diagnóstico - O glaucoma é descoberto através da realização de um exame oftalmológico cuidadoso, onde o médico fará a medida da pressão intraocular, o exame de fundo de olho e quando necessário o campo visual.

Sintomas - O glaucoma raramente apresenta sintomas. Os sinais da doença só vão surgir nos glaucomas agudos, quando o paciente sofre fortes dores de cabeça, fotofobia, enjoos e dor nos olhos intensa.

Tratamento - Pode ser realizado com a utilização de colírios, aplicação de laser ou por cirurgia. Geralmente é tratado apenas com colírio. Apenas o oftalmologista é capaz de orientar qual o tratamento mais eficaz para cada caso.

Complicações - O portador do glaucoma não tratado começa a perder a visão periférica (não consegue ver as laterais). Nos estágios mais avançados pode ter a perda da visão central.

CONSULTE UM OFTALMOLOGISTA PERIODICAMENTE E FAÇA A PREVENÇÃO!!!

 

Gostou? Compartilhe!

Facebook Email


KUBBO Saúde

As redes sociais viraram febre. Estão presentes no nosso dia a dia e trouxeram com elas um novo estilo de vida, uma nova forma de nos relacionarmos.

Você sabia que existem redes sociais com foco na saúde? Isso mesmo! Essas redes proporcionam informações de saúde com base em experiências de outras pessoas. Os usuários possuem perfis e trocam experiências, relacionando-se uns com os outros e encontrando soluções de maneira colaborativa. O intuito é gerar uma discussão coletiva sobre sintomas, possíveis tratamentos e a cura em diversos casos. Ou seja, você pode encontrar recursos e o apoio que precisa para melhorar a sua própria saúde. Qualquer um faz perguntas, obtém respostas, e ajuda aos outros e a si mesmo provocando uma saúde melhor.

No Brasil já temos alguns casos de sucesso em tempos de web-revolução e suas multi-informações. E com você? Será que já está fazendo parte do seu dia a dia?
Estamos vendo com olhos de otimismo este tipo de iniciativa que já existe lá fora, a cada dia com mais força e engajamento. Por que não compartilharmos entre nós de forma organizada e direcionada essas informações de modo que sejam úteis para outras pessoas?

DeBronkhart, fundador da Sociedade de Medicina Participativa, afirma que é preciso haver uma mudança na forma de pensar, e que o sucesso da Saúde 2.0 depende da movimentação popular e do reconhecimento dos direitos do paciente. Nos EUA, assim como no Brasil, muitas pessoas precisam pagar por seu tratamento médico e, por isso, usam a internet para pedir ajuda e a opinião de outros pacientes.

São inúmeras as vantagens de se ter uma rede social com foco em saúde. Assim como a existência de prontuários online garante acesso rápido às informações de saúde, da mesma forma, a troca dessas informações através de perfis de saúde online pode e deve fomentar mais conhecimento e, consequentemente, um estado geral de saúde melhor para todos: pacientes, médicos e outros profissionais.
 

Gostou? Compartilhe!

Facebook Email


KUBBO Saúde
conarh, kubbo, kubbo saúde, prontuário eletrônico, saúde pública

Foi realizada uma pesquisa no CONARH 2012 para avaliar a aceitação de Prontuário Eletrônico na saúde.

O resultado foi satisfatório, 94% dos pesquisados disseram que gostariam de ter seu histórico de saúde acessível eletronicamente.

pesquisa

Isso confirma que o Prontuário Eletrônico está ganhando espaço na saúde e na vida dos pacientes.

Acreditamos que o uso da tecnologia promove a melhoria da qualidade na saúde pública e no bem estar da população.

Participe da pesquisa: Você gostaria de ter seu histórico de saúde online?

Gostou? Compartilhe!

Facebook Email


KUBBO Saúde

Nos dias de hoje é possível imaginar a vida sem informatização? E a medicina sem a capacidade atual de processamento de dados? E os profissionais de saúde sem um sistema de informação para lidar com dados de seus pacientes?

Prontuários eletrônicos vão muito além do que uma simples informatização de dados. É um sistema de saúde que oferece parâmetros, gera gráficos e mostra de forma organizada e detalhada o histórico de saúde dos pacientes, agregando ao tratamento e a vida do profissional, e do paciente, informações relevantes fáceis de serem visualizadas.

Inserindo os dados de um determinado paciente no sistema, criam-se automaticamente gráficos de acompanhamento dos exames ao longo do tempo. A partir daí, podem ser programados alertas por legendas e cores em funções de scores e cálculos dos parâmetros inseridos no prontuário. Dessa forma, o profissional de saúde consegue visualizar o histórico do paciente através de gráficos e não mais por textos e anotações apenas. É a visão completa e integrada das informações pessoais de saúde.

Seguindo os requisitos acima, o Sistema KUBBO possui, além desses recursos, outras funções essenciais como a possibilidade de upload de arquivos, dados completos para anamnese, exames físicos, traçando inclusive um histórico familiar do paciente. Há a possibilidade de rastreamentos para diversos tipos de câncer e geração automática de risco cirúrgico.

Existe ainda a capacidade de comunicação online com outros sistemas e plataformas, com envio de pedidos de exames e procedimentos através de TISS e integração de resultados com laboratórios e unidades de saúde também informatizadas.

O KUBBO Gestão em Saúde é um facilitador para a organização do profissional. Conta com agenda de consultas com controle financeiro, canal direto de comunicação com pacientes, secretárias e outros profissionais, possibilidade de notificações e alertas via e-mail e SMS, além de orientações nutricionais e informações atualizadas sobre saúde. Tudo ali, reunido numa só plataforma, completa, eficaz e segura.
 

Gostou? Compartilhe!

Facebook Email


KUBBO Saúde

Em agosto de 2011, um grande passo rumo à regulamentação e normatização do SRES no Brasil foi dado. No intuito de regulamentar o uso do prontuário eletrônico do paciente, o Ministério da Saúde divulgou em 31 de agosto 2011, a portaria de Nº 2.073, que abre o estabelecimento de padrões para o sistema:

"O Ministério da Saúde estabelecerá uma arquitetura de conceitos em saúde, que identificará os detalhes e os principais atributos dos serviços, seus componentes, atividades e políticas necessárias." (Art. 3º)

Ainda segundo o Ministério, a portaria regulamenta o uso de padrões de interoperabilidade e informação em saúde para sistemas no âmbito do Sistema Único de Saúde, nos níveis Municipal, Distrital, Estadual e Federal, e para os sistemas privados e do setor de saúde suplementar.

Dentre os principais padrões adotados, estão a utilização do modelo de referência OpenEHR, a terminologia SNOMED-CT, o padrão de documento clínico HL7 CDA, e os padrões de templates e metodologias de gestão, além do cruzamento de identificadores de pacientes, padrões de informações relativas a exames e tabelas de procedimentos. (Para conferir todos os padrões, basta acessar a PORTARIA Nº 2.073 para ter acesso a todas as determinações e suas respectivas fontes e modelos.)

Essa estruturação mais padronizada permite não só uma visão múltipla dos dados, com sumarização, planilha de resultados, análise agregada, como torna possível também a permitir a busca coletiva, a pesquisa e as análises estatísticas aprofundadas. Desta forma, contribuirá para melhorar a qualidade e eficiência do Sistema Único de Saúde e da saúde da população em geral, irá estruturar as informações referentes à identificação do usuário do SUS, o profissional e o estabelecimento de saúde responsáveis pelo atendimento ao paciente, aprimorando o aproveitamento do SRES não só para os pacientes, mas para a saúde pública de forma geral.

Gostou? Compartilhe!

Facebook Email


KUBBO Saúde

Desde 2002 o conceito de prontuário médico deixa de ser percebido somente como documento tradicional em papel. A área da saúde vem, progressivamente, incorporando as Tecnologias da Informação em seus domínios. A mudança trouxe inúmeras vantagens: acesso rápido, a disponibilidade remota, o uso simultâneo por várias pessoas, a legibilidade absoluta a redução do espaço de armazenamento, maior confiabilidade, segurança e confidencialidade das informações por meio da utilização de senhas digitais, a extinção das pilhas de papéis que muitas vezes sofrem deteriorações, acarretando a perda de dados e informações. Vem se notando a importância do prontuário não como um simples repositório de informações estáticas, mas como um documento dinâmico capaz de subsidiar e guiar de forma precisa as atividades dos profissionais que dele fazem uso.

O Journal of Health Informatics, uma publicação oficial da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde, tem publicado um artigo sobre a SBIS a cada trimestre. Em seu último artigo divulgado (2012), notifica-se que o Prontuário Eletrônico já é ferramenta indispensável para a realização do processo de enfermagem e, consequentemente, em planejamento em ações de saúde no Sul do Brasil.

Um outro artigo publicado em 2010 no New England Journal of Medicine sob o título ‘The “Meaningful Use” Regulation for Electronic Health Records’, David Blumenthal (coordenador nacional para a tecnologia de informação em saúde) e Marilyn Tavenner (um dos administradores dos Centros de Serviços Medicare e Medicaid em Washington, DC) reconhecem que o amplo uso de prontuários médicos de saúde (EHR’s) nos Estados Unidos seria inevitável, pois o EHR propicia melhora nas decisões dos provedores de assistência médica e nos resultados nos pacientes.

Seguindo a linha de exemplo do uso do PEP no exterior, podemos constatar a importância do acompanhamento dos dados de uma população para prevenção de doenças ou melhoria no estado saúde geral com a seguinte experiência: em 2011 foi realizado um estudo controlado nos EUA, publicado na revista Archives of Internal Medicine, para avaliar a eficácia do registro médico eletrônico (RME) sobre o atendimento, triagem para osteoporose e gripe e vacinação pneumocócica em pacientes com mais de 65 anos. Os dados mostraram que lembretes no registro médico eletrônico facilitam a melhoria das taxas de vacinação e, quando potencializados pela administração do painel, facilitam ainda mais a melhoria nas taxas de vacinação e impulsionam as taxas de triagem de densidade óssea.

Uma pesquisa da NPR, a Kaiser Family Foundation e a Harvard School feita em 2010, mostrou que 75% dos adultos acreditam que a utilização de prontuários médicos eletrônicos é muito importante para os prestadores de saúde e apenas 12% dos entrevistados disseram que o uso de prontuário eletrônico não seria muito importante para os prestadores de saúde.

A mudança na mentalidade da população é um grande passo ao sucesso total do SRES, pois perceber as ferramentas tecnológicas como facilitadoras é fundamental para que o uso delas atinja seus objetivos - como o de melhorar as condições de trabalho e de acesso à informação. Esses conceitos trazem impactos para o desenvolvimento da população e consequentemente do país.

Um benefício importante é a redução de custos que traz para o governo do país. Por exemplo: na ausência do registro eletrônico do histórico de um paciente, sempre que este vai a um novo médico precisa refazer uma bateria de exames (pela saúde pública ou privada), mesmo que já os tenha feito recentemente. Profissional e paciente desperdiçam tempo e dinheiro. Por sua vez, também o Governo.

Outro benefício para a saúde pública que vale a pena ser ressaltado é que, com os dados registrados, a saúde da população – e de regiões específicas - pode ser monitorada, tendo maior possibilidade de execução e eficácia de campanhas de prevenção. Isso fica ainda mais evidente em casos de epidemia ou de doenças sistêmicas, em que o governo pode atuar e controlar essas doenças de forma mais eficiente baseado nos dados estatísticos do PEP.

O prontuário eletrônico é o passo fundamental para um processo de gestão clínica eficiente. É natural (e necessário) que, em pleno século XXI, o SRES também faça parte da realidade dessa revolução da tecnologia que estamos vivenciando e permitindo nos envolver de benefícios e melhorias em todos os setores da vida e da sociedade. O Prontuário Digital é a saúde se rendendo ao mundo da comunicação em rede. A partida está sendo dada em várias frentes, tanto no setor público, quanto privado. E embora exista um descompasso nesses tempos, o que se espera no futuro é uma integração total dos dois mundos.

Gostou? Compartilhe!

Facebook Email


KUBBO Saúde

Países como EUA e Europa se destacam no uso do Prontuário Eletrônico do Paciente em seus sistemas de saúde. Nesses locais, a TI nas redes de saúde tanto pública como privadas já vem avançando de forma crescente e constante.

Nos Estados Unidos, desde 1997, cerca de 70% dos hospitais americanos com mais de 100 leitos já tinham iniciado a implantação de prontuário eletrônico. Na Europa, em especial na Holanda, na Suécia e na Inglaterra, houve um progresso considerável com respeito ao desenvolvimento e à implantação de modelos do prontuário eletrônico voltados ao atendimento básico. A Inglaterra, em seu projeto nacional de saúde, aplicou £6.2 bilhões na criação do seu registro eletrônico de paciente.

Seguindo o exemplo, o Prontuário Eletrônico de Pacientes vem sendo discutido e implementado no Brasil desde 2002, quando o Conselho Federal de Medicina através das resoluções 1.638 e 1.639, definiu suas características gerais.

De lá pra cá, os avanços foram resistentes e lentos em relação ao exterior, porém um sistema de saúde bem informatizado começa a deixar de ser um sonho distante no Brasil e aos poucos vem conquistando a confiança de profissionais de saúde e pacientes.

A Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, instituição localizada na Bahia, adotou o modelo Hospital Sem Papel, com todos os documentos sendo emitidos através de certificação digital. Todos os envolvidos diretamente com o prontuário do paciente (médicos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, enfermeiros, etc.) usam um cartão individual. Está é uma realidade que responde aos conceitos de sustentabilidade e TI Verde.

Atento ao crescimento desse método de gestão clínica, em 2011 a Bradesco Saúde lançou o serviço de prontuário eletrônico para sua carteira Concierge através de parceria com o KUBBO – Sistema de Gestão em Saúde. O prontuário armazena todo histórico clínico do usuário, inclusive com a possibilidade de uploads dos exames realizados. Conta também com uma ferramenta online para convidar os médicos de confiança, via e-mail, a incluir informações clínicas. O sistema tem um canal de comunicação com os médicos para esclarecimento de dúvidas e questionários de autoavaliação sobre a condição de saúde do paciente. Em casos de emergência é possível visualizar dados do segurado através do site KUBBO inserindo o número do cartão Bradesco Saúde.

Como prova de uma crescente visibilidade e reconhecimento do Prontuário Eletrônico no país, em fevereiro deste ano foi divulgada uma cartilha educativa elaborada pelo Conselho Federal de Medicina e pela SBIS – Sociedade Brasileira de Informática em Saúde. Trata-se de uma normatização de prontuários eletrônicos no Brasil: Visão Geral, Certificação Digital e regras para um prontuário 100% digital. Na cartilha também foram disponibilizados esclarecimentos às principais dúvidas a respeito do assunto.

Apesar das dificuldades de implementação existentes no Brasil, é indiscutível a importância na utilização do Prontuário Eletrônico a fim de identificar os usuários, facilitar a gestão dos serviços, a comunicação e o compartilhamento das informações em um país com dimensões continentais e imensa diversidade cultural.

Esse tipo de registro da saúde proporciona qualidade ao atendimento e à gestão pública, com condições de superar os desafios para implantação e vem se tornando uma prática cada vez mais comum e de sucesso na medicina brasileira.

Gostou? Compartilhe!

Facebook Email


KUBBO Saúde

A Web 2.0 alterou a forma como as pessoas se relacionam dentro das redes. Uma de suas principais características é a construção de um espaço que permite a troca de conteúdos entre diferentes indivíduos. Foi essa singularidade da internet que permitiu o surgimento de uma nova relação médico-paciente, o SRES - Sistema de Registro Eletrônico em Saúde ou Prontuário Digital de Saúde - um modelo de prontuário médico compartilhado (web-based) que vem ganhando força em todo o mundo.

Mais que uma simples mudança tecnológica, o modelo promove uma efetiva transformação na rotina de trabalho de profissionais de saúde. Prontuários Digitais traçam um histórico online, deixando de tornar o diagnóstico sempre uma decisão baseada em fatos e sintomas parciais isolados. Ao compilar todas as informações dos pacientes num mesmo local, médico e paciente tem acesso integral a todas as informações já obtidas e diagnosticadas. Uma estrutura eletrônica para manutenção de informação sobre o estado de saúde e o cuidado recebido por um indivíduo durante todo seu tempo de vida, formando-se, assim, detalhada linha do tempo personalizada possível de ser consultada a qualquer hora e lugar por ambas as partes.

Prontuários Digitais tem como essência a medicina participativa, o atendimento da saúde depende da parceria e do respeito mútuo entre profissionais de saúde e os pacientes. Médicos podem se surpreender positivamente com seu novo
fluxo de trabalho, clareza, segurança e confidencialidade de dados, entre outros inúmeros benefícios.

Corporações e governo, gradualmente, passam a tirar proveito dessa forma de assistência médica como uma nova e inestimável fonte de valor de dados agregados, com uma visão total do estado de saúde de seus funcionários e/ou populações.

Seguindo exemplos de outros países já avançados no conceito, está na hora de o Brasil entrar na onda da medicina 2.0.

Gostou? Compartilhe!

Facebook Email